terça-feira, 9 de setembro de 2008

Dani


Essa é a Daniela, ou a Dani, como a grande maioria da galera a conhece.

Para os que não a conheceram...a Dani foi uma das minhas primeiras alunas. Fez o básico e o intermediário comigo.
Aplicadíssima e hiper-super-determinada, ela concluiu ambos os cursos na escola e "partiu pras cabeças". Começou atendendo a galera em sua oficina própria e formou uma clientela respeitável.

Não demorou muito para que fosse convidada por mim e pelo Benedetti para lecionar na escola. Iniciamos um treinamento longo, a qual ela dedicou com afinco e paciência. Mas por uma ironia do destino, quando concluiu e estava pronta para lecionar...teve que escolher um outro caminho profissional.

Perdemos o contato, ficamos um razoável tempo separados. Mas um dia ela voltou, aos poucos e depois... definitivamente, Dani comecou a lecionar.
Sempre atenciosa, solícita e disposta a ajudar...nunca houve "tempo ruim" p/ela. Muito pelo contrário...

A luthieria é um universo predominado por seres masculinos e eu acreditava que uma instrutora mulher poderia ser o diferencial - ou algo que pudesse servir também de inspiração para outras mulheres. Acreditem...ladainha total.
O diferencial sempre é a pessoa ou o profissional, independente do sexo. E a Daniela é diferenciada e durante um bom tempo de convivência mútua, nos honrou com sua amizade e profissionalismo.
Infelizmente, ela está deixando a escola para realizar um novo projeto de vida.
Já estamos sentindo os efeitos de sua ausência e todos nós da B&H, alunos e ex-alunos, desejamos boa sorte a ela nessa nova empreitada.
A galera toda sentirá muitas saudades...

Valeu Dani...

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Uma década - a nossa história e parte da história de muitos...

Eu sei, eu sei..o texto sobre os dez anos da escola...demorei mesmo pq tava difícil fazer. Mas taí...e espero que curtam. Não foi possível desenterrar tudo, mas fiz um compacto bem resumido sem me importar com aspectos sincrônicos ou anacrônicos...e não se assustem com os fatos e fotos...

Falar “uma década” – soa muito mais significativo do que simplesmente “10 anos de existência”. Parece que foi ontem que numa conversa informal, eu e o Benedetti tivemos a idéia de montar a escola de luthieria.
Seria necessário um livro imenso para contar cada detalhe dessa história. Aliás, não bastaria apenas um único livro, mas várias edições. Ajudamos muitos alunos a construir um número expressivo de instrumentos e formamos muita gente para o mercado.
Esse texto é apenas uma minúscula parte de uma história de uma década, repleta de momentos bem relevantes e de uma convivência diária abarrotada de gente legal, pó de madeira e música por toda a parte.

Bons Tempos de Outrora
Conheço o Benedetti desde a adolescência, éramos amigos de amigos em comum. Freqüentávamos a mesma oficina de luthieria do Eduardo Ladessa e do Tiguez. Provavelmente estávamos nas mesmas baladas em lugares do dia e da noite. Acabamos trabalhando juntos na oficina do Ladessa e ficamos amigos. Foram quase 12 meses juntos.
Benedetti saiu primeiro encorajado por mim e posteriormente, fui eu que tive “alta”. Eu estava amadurecendo a idéia de ir embora do Brasil, mas sem noção nenhuma de quando, onde e porque?
O “onde” surgiu numa conversa com minha mãe: a terra do sol nascente.
O “quando” dependia de muita papelada, documentação, visto de entrada e um bom dinheiro para a passagem.
O “porque” era mais simples: frustração com o mercado musical e a vontade de atravessar o mundo para viver experiências em outro país.
Fiquei um bom tempo em “banho-maria” e fui ajudar o Benedetti na nova oficina dele. Ou seja, ainda passamos bons momentos juntos e trabalhamos até meu visto sair e desvendar o “onde, quando e porque”.

Tudo Tem Um Significado
Nem tem como falar tudo que passei no Japão (vocês terão que esperar meu livro sair em 2012, ok?).
Mas o detalhe mais significativo é que no Japão, quando já trabalhava na Kurosawa: http://www.kurosawagakki.com/ – eu já dava um curso preparatório (procedimentos de luthieria, vendas e conduta profissional) para a galera iniciante que era contratada para atender nas lojas.
Além de cuidar da assistência técnica da empresa, também comecei a trabalhar em shows como técnico de guitarra e áudio. Saia de casa ás 9 da manhã e só voltava perto da meia-noite, vivia “travado” mas feliz.
Essa sincronia de fatos me ajudou posteriormente. Sempre imaginei que esse esforço e a busca pelo conhecimento técnico cercando por todos os lados, era a luz no final do túnel.
Outro fato interessante: eu conheci as escolas de luthieria do Japão. Tinha amizades nessas escolas e total acesso ao material didático delas.
Benedetti ficou no Brasil e continuou com sua oficina própria. Ganhou clientes e investiu na mesma. Detalhista e meticuloso, começou a fazer fama com manutenção e principalmente na construção de instrumentos personalizados. Nós continuamos a manter contato, mesmo que eventualmente.
Voltei definitivamente ao Brasil em 1998. E a chance de fazermos algo juntos nos estimulou para várias conversas e sondagens. E numa dessas conversas, o Benedetti virou o “B” e eu virei o “H” da B & H Escola de Luthieria.

Primórdios
Alugamos a garagem na frente da casa do Benedetti. Montamos as duas bancadas, colocamos uma lousa supimpa, compramos algumas ferramentas e Benedetti trouxe a cafeteira da casa dele. E eu tive que aprender a fazer café (na verdade, não aprendi ainda, porque meu café continua horrível...).
Fizemos uma inserção publicitária na revista Guitar Player e firmamos uma parceria com a Marutec/Tagima.
Atendendo ao anúncio, vieram o Rodrigo da cidade de Indaiatuba, o Ronaldão, o Ronaldinho e o Vinícius, nossos primeiros alunos. Começamos apenas com o módulo básico. Elaboramos um roteiro e iniciamos as aulas em 18 de julho de 1998.
Benedetti e eu, cada qual com suas turmas. E a procura pelo curso crescia e em razoável espaço de tempo, idealizamos o módulo intermediário – dedicado a construção de instrumentos. O módulo intermediário foi o diferencial. Alugamos a casa anexa a garagem e isso representou uma nova fase para nós.

NOS - New Old Staff
Na casa nova, já tínhamos nosso primeiro professor contratado, o Vicente Palma Jr, vulgo Vicentão. E também nosso primeiro funcionário, Tarlis Vinci.
Logo em seguida, vieram o Saulo Peghin, Ricardo Mascarenhas (atualmente professor), André “Alface”, Andréia Caciji, Rodrigo, Raphael, Claudinho, Paula Bifulco, Fabiano Amorin, Sidney e Lincon.
Dos professores, tivemos a Daniela Vertemate (básico), Roberto Gabriel e Silmara (eletrônica), temos o Regis Bonilha (instrumentos acústicos) e Edílson “Siri” (básico). Todos ex-alunos.
Na oficina do Benedetti, passaram por lá: Vitor, Cláudio, Tarlis, João, Hedwig e atualmente temos a Carol. Todos também alunos da B & H.
Cursos
Outra fase significativa: a introdução do curso de construção de instrumentos acústicos, com o luthier Regis Bonilha. Sempre foi um desejo (eu e Benedetti) em ter um curso assim. E de quebra, ganhamos também um grande amigo.
O curso de eletrônica também foi bem legal. No momento estamos com o curso desativado, mas estamos trabalhando para que possamos retomá-lo num futuro breve.
O curso de formação de técnicos de palco e roadies durou 2 anos e foi ministrado na Escola Companhia da Música (um dos nossos parceiros). Existe muito interesse por esse curso e estou fazendo uma reformulação técnica para colocá-lo em prática ainda em 2008. Mas não se trata de uma promessa, apenas uma possibilidade.

É galera, muita coisa rolou nesses dez anos de B&H. Além da enorme quantidade de instrumentos que ajudamos a construir, formamos muita gente para o mercado de trabalho. Muitas empresas nos procuram. e nos tornamos uma referência. E apesar das críticas de gente e de “supostos profissionais” que sequer nunca adentraram na nossa escola e nem conhecem nosso trabalho, estamos ultrapassando uma década com o reconhecimento do mercado.
Conhecemos muitas pessoas... e para nossa sorte, a grande maioria, gente muito legal.
Nossos parceiros comerciais também contribuíram com uma parcela significativa: Marutec, Seizi Tagima, NIG Strings, Malagoli, Cia da Música, Zepphir, Rotstage, Landscape Audio e Royal Music.
Aproximadamente 87600 horas ou 3650 dias ou 120 meses ou 10 anos, ou uma década... Não importa...ainda tem muito shape para moldar, muito aluno para ensinar, muito pó de madeira e café para ser degustado...valeu a todos que fizeram parte desta década e que ainda farão parte das próximas!

galeria de fotos

Galera, não se assustem com as fotos...

Benedetti novinho, ainda com cabelo, magro pra caramba e empunhando um dos primeiros...

Henry novinho e de camiseta branca!..Nessa época, tocava Far Beyond the Sun sem fazer careta...


Benedetti com uma das primeiras turmas de básico: Vinícius, Rodrigo e os Ronaldos: o ...naldão e o ...naldinho.


A primeira sala da escola, tudo apertado! E sábado eram 15 indivíduos espremidos nesse singelo espaço. Isso ai..."suor de homem só atrai homem"...ughhhhh


Outra visão da sala, logo quando introduzimos o módulo intermediário. A sala vazia e sem pó era até razoável...


Galera fazendo pose de foto para matéria na Revista Rock Brigade...sobre a escola.
Da esquerda para a direita: Mário "barba", Vicente, Carlão, Saulo, Marcos Baraca, Edjanio, Rogério, Sergio, Nilton, Adilson e Rodrigo.

Diretoria preparando os kits pra galera...(poutzzz, Henry não estava de camiseta preta).


Henry no Japão... no fundo da loja de usados da Kurosawa. Esse avental da Roland é legado antigo...


Henry na Kurosawa com a Les Paul Zemaitis do Ron Wood, avaliada em 20 mil doletas na época. Hoje em dia, vale uns 50 mil...essa era consignada, deixada pelo MacYasuda conosco.


Henry na feira de instrumentos vintage em Tokyo, pela Kurosawa. Depois da feira, diz a lenda que virou executivo na empresa????

poutzzz, business man mesmo...olha ele no centro...e de terninho e sapatinho social.
O dia que virei gerente com a diretoria, presidente e staff da loja.


Benedetti no Brasil, mandando bala na construção...dois exemplares bem legais.


Trademark do Benedetti, baixo 6 cordas...Bt-1 ou Bt-2??? Construção integral, ainda na madeira...bem legal hein...


Benedetti na oficina...visual hardcore total.


Nova sala, quando alugamos a casa anexa a garagem...aulas de básico.

Onde fica o balcão hoje, antes...era uma sala de aula.

Sala de construção: João Scremin, Benedetti, Tarlis e um aluno.


Saulo, Tarlis, Júlio Tocalino(da Rotstage) e todo mundo compenetrado e arrancando pó das madeiras...

Mônica dando um "trato" no braço da Teleca. Foto de bem no comecinho...da guitarra dela.


Olha a Teleca da Mônica, terminada e totalmente estilosa como a própria dona.

fotos: Henry
foto guitarra Mônica: Mônica
foto matéria Rock Brigade: ACM
foto Henry novinho: Susan
fotos Henry Japan: Tio Suzuki, Izawa e Miwachan.
Fotos Benedetti Brasil: algumas Henry, outras???

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Aê galera, blz?
Eu sei, eu sei...tô devendo o texto dos 10 anos da escola...prometo postar aqui na semana que vem, sem falta.
Com atraso, descarreguei as fotos do celular(hoje) pq tbém não tinha mais espaço.
Essas fotos são do Guilherme Zava e sua guitarra de "pontas" a "pontacaster".


Guilherme com a "pontacaster", pose de "poser"


Detalhe do formato, 2 caps Sound Intruder, knobs estilizados e Floyd Rose Gotoh.



Chapas do tipo "Chão de busão" nas laterais...e jack de saída na parte posterior.

Detalhe da traseira com chapas de chão de busão.


"corpo a corpo"


Detalhe do headstock c/tarraxas Gotoh.
Especificações:
Corpo de marupá, braço de marfim e escala de pau ferro.
Timbre: 2 caps Sound Intruder de alto ganho, o som é "du mal"...
Essa guitarra foi um parto longo, mas valeu a pena. Esses modelos diferentes criados pelos alunos são mais divertidos de fazer. Geralmente a gente torce o nariz no começo, mas no final...tudo dá certo e a gente consegue até gostar dessas "aberrações".

fotos: Henry

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Zé Fernandes custom guitar

Esse é o Zé Fernandes, terminando a montagem da sua guitarra: corpo de marupá, braço de marfim com escala escura de pau ferro, ferragens importadas e 2 captadores HH777 zebras.
Zé fez um violão com o Régis Bonilha, no módulo de construção de acústicos, estudou o básico com a Daniela e fez esta guitarra com o Benedetti, no intermediário.
Mas o Zé pretende continuar o curso e fazer um contrabaixo, desta vez com o Henry.
Zé afinando a guitarra, fazendo os ajustes finais antes do test-drive.
Apesar do semblante sizudo e do tom austero, Zé Fernandes é sociável e dá muitas risadas com a galera. Depois de tanto tempo na escola, não poderia ser diferente...o cara acaba ficando bem "relax"...


Foto capturada com "efeito sépia" só para valorizar a "vibe" do momento.
Ou seja, Zé Fernandes num momento "guitar hero" no melhor estilo "olhar matador".


Outro momento " sépia", mas de satisfação com a guitarra.
Atendendo a insistentes pedidos de "toca", "toca", "toca"...Zé mandou dedilhado erudito com o Hellbucker no talo...
ixi...só falta a "caixa" e o pedal de "destroção" pra quebrar tudo.
Fotos: Henry

terça-feira, 22 de julho de 2008

Instrumentos Acústicos

Este é o professor Regis Bonilha ensinando seus alunos a arte de construir instrumentos acústicos. Um curso diferenciado da B&H, totalmente voltado para construção de violões, violas, baixolões e até alaúdes.

Num ambiente descontraído e repleto de informações valiosas, o aluno já começa o curso "colocando a mão na massa": define seu instrumento, escolhe os materiais e daí para frente começa a desenvolver habilidades que nem o próprio aluno imaginava ter.

Assim como os outros cursos da escola, não há um pré-requisito para aprender a arte da luthieria. Por isso, gostaríamos de convidá-los a conhecer a oficina de instrumentos acústicos e apreciar um pouco deste trabalho que acompanha a história da B&H.



Conheça mais o trabalho do luthier Regis Bonilha: http://www.geocities.com/regis_bonilha/

terça-feira, 15 de julho de 2008

FNT - The "Siricaster"

Galera, esse é o Edilson, novo professor de luthieria da escola.
Além de ter sido entrevistado pelo "gordo da Globo", Edilson fez todos os cursos na escola. É formado em guitarra pelo IGT, é técnico de guitarra e técnico de palco (fez curso c/o Henry), é FNT (fucking new teacher), também conhecido como "Siricaster" (perguntem a ele o pq?, mas ñ digam que fui eu(Henry) que falei...).
Para conhecer mais do Edilson:
http://www.hourneaux.com/
http://www.sobresites.com/guitarra

foto "surrupiada" do orkut dele

Não esqueci do texto dos 10 verões da escola, vou enrolar mais um pouco ...mas em breve, posto por aqui...
e...aproveitem para votar na nossa nova enquete no final do blog...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Olá todos,

Depois de um longo período de hibernação internética, estamos de volta...primeiramente, pedindo desculpas pela falta de atualizações com notícias, fotos, "tiradas", divagações, entre outras...
Segundamente, todo esse atraso se deve ao fato do Henry (este que vos escreve) estar parcialmente avariado em termos físicos(tendinite e dores cervicais) e também pela falta de tempo. As madrugadas frias também somam como fatores que dificultam...
Durante esse "hiato", a Paula (tbém conhecida como Pauleira) aproveitou para incrementar o "visu" do blog e a referida deve tbém contribuir por aqui...(cobrem isso dela, mas ñ digam que fui eu que disse).
Em tempo: estou bem melhor fisicamente. Recomendaram RPG, mas decidi não fazer pq numa única sessão me senti um manequim de loja. E a atendente era mal humorada, feia e usava uma pochete estranha.
Terceiramente, a escola completou dez anos de atividades. Estou preparando um texto sobre isso e em breve, postaremos aqui no blog.

Já mandamos fazer as camisetas e aventais comemorativos. Tem pra todos em todos os tamanhos: baby look, P,M, G e tamanho Sidão (XXG).
Os aventais são sob encomenda, edição limitada. É necessário reservar e efetuar o pagamento.

Novidades:

Casamento do Felipe e da Maria. Felipe é de Salvador e fez o módulo básico intensivo com a Daniela. Além de falar muito e demais, Felipe é do tipo que toca tudo e de tudo.

Henrique "anorexia man" é de Belo Horizonte, fez o básico intensivo com a Dani e intermediário intensivo c/o Henry. Além do curso na BH, ele fez curso de construção de violões em Minas. Olha a "teleca" dele pronta pro "twang attack".

Outra " teleca" em pleno processo "nos finarmente"...

Paula, Benedetti, Sidão e Rafa. O Raphael saiu da escola para se dedicar a carreira solo, como luthier e futuro engenheiro. Mas ele aparece toda quarta feira por aqui, a menos que o time dele perca pro tricolor...Ou seja, esta semana, ele ñ deve nem aparecer...
Paulinha, Paula ou Pauleira é FNS (fucking new staff), já está conosco desde o início do ano e além de monitorar as aulas do intermediário, cuida do design de muita coisa por aqui...é madrinha do Alex nas horas vagas.
Esse é o Alex, dublê de "bedel " na escola.
Fabiano, tbém é FNS. Fez aula no básico com a Dani e intermediário com o Henry. Também conhecido como "madruga" e torce para um timinho que está na segunda divisão.
Claudinho, que trabalha na escola, infelizmente está no departamento médico. Ele fez uma cirurgia delicada e está em recuperação. Estamos todos torcendo p/que ele volte logo.
Fotos: casamento do Felipe ( mãe do Felipe, Janete), Alex(Henry, antes do teste do etilômetro), restante: Henry (depois do teste...).
Nova enquete no final do blog, ñ deixe de votar.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Show de lançamento CD Klaus Ximenes

Aêe galera, show de lançamento do CD de nosso amigo Klaus Ximenes, na Cia da Música, bem pertinho da BH Escola de Luthieria, este sábado, às 14:00hs.
Vamos prestigiar, encontro vcs por lá...








quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Acabou a folia...

Estamos de volta da folia!
Fevereiro, é o mês do troca-troca na escola. Os professores mudam de turmas e vcs terão a oportunidade de ter aulas com outros professores.

Oppsss, qualquer semelhança terá sido uma mera coincidência!
Isto não é uma obra de ficção! Pode se tratar de fato real.
Ou seria o G3 brasuca?!?!?!?!


Rapha depois do futebol: entrada "dura" por trás...ou teria sido o posicionamento dele no primeiro ou no segundo "pau"???